As lágrimas rolam sem que eu tenha controle...
E elas descem pelo meu rosto, não por mim, mas por sentimentos alheios que me tocam, através de palavras escritas em versos de papel...
E, se esses sentimentos são tão fortes à ponto de me emocionar, sem ao menos eu saber a sua intensidade, eles são merecedores de cada gota que lava, agora, a minha alma!
São poucas as pessoas que conseguem transmitir, em versos, tão curtos, tão pequenos, incapazes de se comparar à dimensão de uma vida inteira, toda a dor e sofrimento, ou todo amor e encantamento.
À essas pessoas eu me ajoelho e faço referências... Eu as venero... Eu as admiro... Eu as quero por perto, mesmo que longe, sempre ao meu lado, na minha cabeceira, no meu coração, na minha cabeça...
Ah se o mundo fosse habitado por mais Cecílias, ou Clarices, ou Carlos, ou Oswalds, ou Vinícius, ou Willians, ou Wesleys...
Mas, pensando melhor, o meu mundo pode ser habitado por quem eu quiser. E na proporção que eu quiser. E quantas vezes eu quiser poderei tê-los junto à mim.
Então venham, me rodeiem, fiquem ao meu lado sem temor.
Quero aprender com cada um de vocês: a amar, a escrever, a viver!!!
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